Olá a todos o/
Neste blog, vocês irão acompanhar a segunda parte da saga do Devil from Heaven, em uma trama ainda mais envolvente, repleta de batalhas intensas e personagens carismáticos.
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Boa leitura!

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domingo, 23 de setembro de 2012

Requiem 73: Shades children and Hood children

A guerra entre Wolfstag e San Mikael foi o maior confronto que o mundo já viu. Diversas batalhas ocorriam em várias frentes ao mesmo tempo. Entre elas, havia a batalha de Market Garden, como era chamada a terra que fazia fronteira entre os dois países.

Foi uma das maiores operações de San Mikael. Os soldados de Heather chegaram até o campo de guerra saltando de pára-quedas, recebendo a cobertura de aviões e caça e anjos com poderes voadores. Entretanto, aquela operação foi um completo fracasso, pois o exército invasor foi rechaçado pelos canhões de artilharia, tanques, demônios modificados, e todo o resto a tecnologia superior que o exército de Wolfstag estava escondendo. Mesmo assim, o batalhão de San Mikael atacou com força total, bombardeando severamente causando uma grande devastação na cidade.

E, alheio a todas aquelas explosões de bombas, tiros de canhões e tanques, granadas, rajadas de metralhadoras ou poderes elementais, um jovem garoto usando óculos escuros andava tranquilamente pela zona de guerra.



 (imaginem essa música no fundo kkk)

As balas, as chamas, os estilhaços de explosões e destroços de construções caindo não assustavam o menino. Seu corpo era intangível. Todas aquelas coisas simplesmente o atravessavam como se ele não estivesse lá, como se ele não existisse... Como se ele fosse um fantasma.
E o garoto apenas ria, como se aquilo tudo fosse um filme ou um jogo.
Até que, de repente, algo chamou sua atenção.

Um rapaz que havia aparecido do nada na sua frente, cercado por selos de trevas.
-Q-quem é você? – perguntou o garoto ao ver o jovem de cabelos negros e cumpridos que surgiu diante dele.
-Meu nome é Lúcio.
-Lúcio é... Tá na cara que esse não é seu nome verdadeiro. – O garoto de cabelos brancos riu ajeitando os óculos.
-Por que diz isso?
-Você não o pronunciou com muita convicção.
-Você é esperto... Meu nome verdadeiro é Lucifuge Metratel – Lúcio sorriu – Assim como você, Balam Ogiel, eu sou um mestiço.
-Mestiço? O que é isso? – o garoto riu cinicamente – E quem é esse Ogiel? Meu nome é Chester.
-Huh. Você também inventou esse nome agora.
- Falou o cara que nem consegue mentir sobre o seu próprio. Como pode dizer que eu estou mentindo?
-Por que eu vi. Secretum Secretorum, a minha habilidade sobre o elemento água, me dá o dom da clarividência. – Lúcio explicou. - Dessa forma, baseado na minha habilidade e nos registros dos cientistas, eu estou localizando e reunindo todos os mestiços.
- Eu já falei... Meu nome é Chester. Não sei nada sobre esses mestiços que você tá falando.
-Ainda insiste em mentir...Então eu vou provar pra você que estou certo. – Lúcio tirou os óculos. – Você é o projeto 41, Balam Ogiel, que tem os genes do demônio que chamavam de ‘Aquele que caminha entre o mundo dos vivos e dos mortos’, tem a habilidade de se tornar intocável, e fugiu de sua casa em Avalona.
-Ah, droga...Parece que não deu pra levar você na minha conversa. – Chester riu coçando o cabelo
- Por que você fugiu de casa? Por que veio pra este campo de batalha? – Lúcio perguntou.
-Eu estava entediado!  Por que eu deveria estar com uma família ordinária, vivendo uma vida ordinária? Ir para a escola, arrumar um emprego... Nada disso importa para mim!
-Como assim?
-Olha só pra mim! Eu posso atravessar as coisas... Não preciso ganhar dinheiro estudando e trabalhando, eu simplesmente posso roubar tudo o que quiser! Nunca me pegarão! E se pegarem, não vão conseguir me manter preso! Nada pode me atingir! Nem balas, nem energias elementais...  Eu sou invencível!
-Isso é verdade. – Lúcio suspirou – Bem, o que acha de vir comigo e conhecer os outros blends?
-Por que eu deveria ir com vo--
Naquele momento, uma bomba foi lançada de um avião, explodindo perto dos dois blends. Apesar da bomba não ter explodido perto o bastante para machucá-los, Chester se assustou, caindo para trás, mas ativando o modo intocável. E Lúcio entretanto...  Sequer piscou um olho.
-“Esse cara... Eu vim até esse campo de batalha, porque eu não posso ser ferido de forma alguma. Mas ele ...” – Chester pensou – “Ele não tem a minha invencibilidade, e mesmo assim, veio para essa zona de guerra sem medo nenhum!”
-Como estava dizendo antes da explosão, o que acha de vir comigo? Eu prometo que assim que reunir todos os blends, vou pesquisar uma cura para nossa... situação.
Chester não ouviu nenhuma palavra. Ele estava apenão olhando estarrecido para os olhos inabaláveis de Lúcio.
-“Esse cara...Não é que nem eu...Ele é invencível de verdade!” – o menino riu animado – “Se eu for com ele... Eu vou ver muita m3rd4  emocionante acontecendo!”


...

Quando se andava perto do monte Atanasius, no interior de Corleone, era possível ouvir ecos dos cantos místicos do grupo de anjos conhecidos como ‘exorcistas’. Por serem monges, os exorcistas procuravam isolar-se da sociedade, enclausurando-se em mosteiros no alto daquelas montanhas escarpadas. No alto daqueles montes de quase 600 metros, havia um complexo de monastérios e conventos, que mais parecia uma pequena vila.

Lá, os exorcistas praticavam seus ritos religiosos, e sua arte marciais com espadas elementais, além da técnica de meditação que era capaz de elevar ao extremo a energia de uma pessoa em poucos meses. Por isso, havia muitos exorcistas jovens, que conseguiam liberar rapidamente o máximo potencial de sua força, enquanto outras pessoas que não treinavam daquela forma levavam a vida toda para atingir seu limite.
Apesar dos cantos e orações dos monges sempre ecoarem nas planícies que antecediam o monte Atanasius, no dia em que Lúcio se teletransportou para o local, um silêncio assustador pairava pela região.
A energia dos monges era tamanha que o rapaz não conseguiria se teletransportar diretamente para os mosteiros. Mas, conforme ele subia os degraus de pedra esculpidos pela força dos elementos, ele sentiu que todo aquele poder dos exorcistas havia se esvaído. E, ao alcançar os monastérios, Lúcio viu que tudo estava destruído.
Entre os destroços, havia apenas um jovem garoto, que chorava e tentava vestir desajeitadamente um capuz de monge.
 
Lúcio logo entendeu o que havia acontecido. Com o treinamento dos monges que o haviam adotado, até mesmo uma criança como Abel conseguiria despertar a forma serafim... E conseqüentemente, se converter em um demônio.
-Parece que eu cheguei tarde demais... – Lúcio falou, visto que Abel já havia despertado para o modo demônio, destruído todo aquele lugar e exterminando os exorcistas. – Você deve ser o Abel não é? O mestiço que tem os genes do ‘Mar tempestuoso’
-V-vá embora... – Abel falou choramingando.
- Eu vim pra te ajudar... – disse Lúcio, se aproximando.
-Como você pode me ajudar? Todos já estão mortos... Os monges...Todos eles... – Abel tentava limpar as lágrimas. – Eles me ensinaram como destruir demônios...Mas eu é que virei demônio e destruí eles! Eu me odeio por isso!
-Não se culpe... – Lúcio ficou comovido com a tristeza do garoto, e ajoelhou-se perto dele – Eu entendo o que está sentindo.
- Não, você não entende! Você já matou alguém, por acaso?  - Abel falou com hostilidade
-Exatamente 3074 pessoas... – Lúcio respondeu.
Ao ouvir aquilo, Abel parou de chorar, olhando estarrecido para os olhos de Lúcio. Não por medo, muito pelo contrario... Nos olhos do rapaz, ele  encontrou uma sensação de segurança.
-Venha comigo. Eu sei que você está  imerso em um tristeza terrível mas... – Lúcio estendeu a mão – Eu posso te mostrar o que há além disso. ^^


E assim, mais dois blends se juntaram ao grupo de Lúcio.

2 comentários:

  1. Caraaai!

    3 considerações:

    1- Chester é foda!

    2- Chester é muito foda!

    3- Chester é foda pra c4r4lh0!

    kkkkkkkkkkk' mto shoow o caps manoo!

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  2. HUAHUAHAUHAUHAUHAUAHUHAUJHUAHUHAUH morri aqui

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