Olá a todos o/
Neste blog, vocês irão acompanhar a segunda parte da saga do Devil from Heaven, em uma trama ainda mais envolvente, repleta de batalhas intensas e personagens carismáticos.
Para os que não conhecem a história original, clique nesse texto para ser direcionado ao primeiro blog, ou então cole http://devilfromheavenbr.blogspot.com/ no seu navegador.
Boa leitura!

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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Requiem 51: Blend’s Drive

Blends
versus OTAM
O confronto inevitável!

As terras do Inferno do Norte, que atualmente pertencem a OTAM, são um lugar de frio
extremo. Os mares ao redor são quase inacessíveis, por estarem completamente congelados, sendo necessário navios quebra-gelo para conseguir alcançar aquele continente.
Entretanto,existe uma certa área onde o sol brilha mais forte, devido a natureza inexplicável do mundo dos demônios. Nessa área, o frio é amenizado, dando á região um clima mais temperado. Nela estão situadas as ruínas de Stalingard, a cidade de Petersburg, e a sede da OTAM.
Esta ultima construção, era um prédio moderníssimo de 10 andares, com grandes janelas de vidro e teto solar. Tirando o térreo, que se parecia com uma portaria normal de prédios de empresas,e a cobertura, cada andar pertencia a um dos principados. O oitavo andar era como uma sala de estar, com uma televisão gigantesca, e o nono, era o escritório e suíte de Ivanovich. No subsolo, ficava a cozinha, e mais abaixo o estacionamento para os funcionários do prédio, já que os principados não precisavam de veículos para se deslocarem pelo mundo.
Os demais andares, seguiam o mesmo modelo. Uma sala de estar, um banheiro, e o quarto. Porém, cada andar era muito diferente , visto que cada principado o customizou a seu próprio gosto e estilo.
O sétimo andar pertencia a Frankie, que estava em missão na South Devil Land, naquele momento. Seu quarto era como um santuário, se parecia com aposentos de uma princesa.
O sexto andar era do segundo mais forte da OTAM, Steve, que também não estava presente naquela hora. Aquele lugar parecia mais uma loja de instrumentos musicais do que qualquer outra coisa.
O quinto andar era de Phillip, que no momento estava no térreo, onde foi desafiado por Chester. O quarto de Phill era decorado com cabeças de animais empalhados, tapetes de peles de urso, e havia uma lareira, como uma casa de um caçador.
O quarto andar pertencia ao ninja Ryu, que acompanhava Steve em sua missão. Obviamente, seu quarto era decorado ao estilo de seu país de origem.

No terceiro andar, que se parecia com o ateliê de um pintor, o principado Louis calmamente interrompeu sua pintura à óleo, colocando o pincel na paleta e colocando sua máscara estranha, antes de se virar para Sam.
(é assim que o quarto dele se parece)

-O que está fazendo? Essa máscara te deixa mais forte? – perguntou o mestiço invasor.
- Se você está no mundo das artes, não importa quem você é, a idade que tem, ou como você se parece. Tudo o que importa, é que tipo de obras-primas você produz! – disse Louis – Por isso, se você é um artista... ESCONDA SEU ROSTO!
-Pu74 m3rd4, parece que eu encontrei um cara estranho...



Já no segundo andar, a principada Ashley encarava as mestiças Ariel e Isabel, que perceberam que seria um pouco difícil lutar naquele lugar todo bagunçado, com coisas de menina jogadas por todos os lados, além de pôsteres de esportistas famosos e uma cesta de basquete na parede.
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-O que é isso? Primeiro essa ‘gostosona’ chega toda marrenta dizendo que seu nome não importa, enquanto a coisinha tímida se apresenta envergonhada? Não há uma contradição aí? -  perguntou Ashley, ajeitando sua touca – Já que vieram as duas para me enfrentar pensei que fossem lutadoras que usavam algum tipo de trabalho em equipe... Mas vejo que estão completamente fora de sincronia!
-N-não é verdade! – gaguejou Ariel corada – A Isabel e eu...
- Parece que temos aqui uma garota bem tagarela... – Isabel interrompeu a companheira – Dizem que cão que late não morde.
- Hahaha – Ashleu riu, animada para a luta
-“Isabel, se você ficar me interrompendo ela vai achar mesmo que não sabemos trabalhar em equipe >.<” – Ariel pensou.

Enquanto isso, no primeiro andar, em um quarto no estilo vitoriano, que mais parecia uma biblioteca, um homem alto e forte, com apenas um braço, lia um livro sentado em sua poltrona enquanto o mestiço de capuz Abel se aproximou por trás dele.
-Esse lugar... Essa cor do papel de parede, esse rodapé de madeira, esses tapetes seculares e esse monte de livros empoeirados, fora essa mobília tão mórbida... Isso é tão depressivo... Tão melancólico. – Abel examinou o ambiente ao redor – O senhor deve ser um aristocrata triste e solitário, não é? E também deve ter toda aquela educação clássica e boas maneiras... Ah... Lutar contra você deve ser uma coisa muito chata...
E após Abel dizer tudo aquilo, o principado Kurt se levantou, fechando seu livro e virando-se para o oponente.
- Perdão – disse o homem –  Eu estava lendo e não prestei atenção no que você falou.
- Tch... – Abel enrijeceu o rosto em uma expressão de raiva, mas logo ela se desfez. – Eu disse que esse lugar... Essa cor do papel de parede, esse rodapé de madeira, esses tapetes seculares e esse monte de livros empoeirados, fora essa mobília tão mórbida...  (etc etc)
(depois desse falatório quase esqueci como o quarto era)

E finalmente no térreo...
-Me diga uma coisa, jow. – Chester riu - Quem é o principado mais forte?
-Sem dúvidas a Frankie... – Phillip riu – Mas se você contar com o nosso chefe, o Ivanovich, ele sim seria o mais forte de todos.
-Hehehe, estou curioso... Leve-me ao seu chefe!
-Isso vai ser impossível. O velho tem mania de sair por aí e sumir por alguns dias.Ele falou que ia para uma reunião, e não voltou mais .– Phill falou em um ar de zombaria – Deve estar na idade do lobo, hahahaha!
-Que pena, jow... – Chester resmungou. – Mas, se fôssemos rankear os principados, em qual posição você ficaria?
-Eu ficaria em terceiro, isso se não contássemos o velho.
-Terceiro, é... – Chester ajeitou os óculos – Então não vai dar nem pra eu me divertir de leve!
-Maldito. – Phill sorriu arrogante, para disfarçar seu ar de preocupação. Não em relação a Chester, que não demonstrava nenhuma energia Elemental absurda, mas sim pelo fato de ainda estar cansado da luta contra Kamuiya.


E por falar no Kamuiya...
Longe dali, na East Devil Land, o garoto continuava desacordado, porém, com uma expressão mais tranquila, após levar a técnica ‘corpus hermeticum’ de Lúcio, que aliviou a dor do ácido que corroia seu corpo por dentro.
O principado havia dado uma formula que trouxe em sua maleta para o ruivo beber, fazendo ele vomitar aos poucos o ácido que ainda estava em sua garganta, sem danificar mais o aparelho digestivo. Agora, ele misturava alguns compostos em tubos de ensaio, e aquecia a mistura em um fogareiro improvisado. Quando aquilo ficasse pronto, ele iria aplicar diretamente no estômago de Kamuiya, através do ferimento ainda aberto. É claro que Rachel não entendia nada do que Lúcio estava fazendo, e apenas chorava e soluçava em um canto, ainda nervosa.
-Calma, Rachel... O Kamuiya vai ficar bem. – Lúcio falou para tranqüiliza-la
-Vai mesmo? Você me promete?
-Não me subestime, Rachel. – Lúcio deu um sorriso amigável. – Afinal, foram os alquimistas quem descobriram os ácidos!
Rachel se aquietou, parando de chorar aos poucos. Ela foi ficando mais calma ao ver que Kamuiya não estava mais se debatendo e gritando. Mas ainda assim estava com raiva...raiva daquele desgraçado da OTAM que levou a auréola e deixou o seu amado naquele estado. Foi aí que ela se lembrou de uma coisa.
-Ei Lúcio... Como você sabe onde é a sede da OTAM, para teletransportar o pessoal para lá? – perguntou a garota – Quero dizer, um lugar desses não está nos mapas, para você conseguir as coordenadas...
-É natural que eu saiba onde fique... Pois eu era... – Lúcio disse, com um olhar mais sério – Ou melhor, eu deveria ter sido o líder da OTAM!

4 comentários:

  1. Fodaaaaaaaaaaa! ç.ç

    ansioso pro próximo capítulo onde a porrada comerá solta sem dó nem piedade de leve! xDD

    kkkkkkkkkkkkkk'

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